Este titulo e o estudo é retirado do TVI24
Em tempo de crise e com as dificuldades a aumentarem, não deveriam os nossos deputado se entrarem mais no que é realmente premente em relação ás crianças?
Ou o ego de sermos o vanguardistas para discutirmos e aprovarmos leis para o campo da co-adopção?
Até porque esta aprovação da co.adopção não é mais do que um caminho escuro, para no futuro se falar na adopção por casais homossexuais?
Quem disser o contrario não está minimamente a ser sério. Porque na assembleia uma parte dos nossos deputados gostam de tapar os olhos ao povo, indo por vias travessas trilhando o caminho obscuro da aprovação de certas leis, para obterem no futuro aquilo que realmente batalham as escondidas já a muito tempo.
Espero que o povo esteja de olhos bem abertos para estes pseudo vanguardistas que discutem assuntos, como se o interesse primordial fossem as crianças...
Se assim é que tratem primeiro dos problemas que vão cada vez mais agravando o dia a dia da vivência das crianças em si.
Deixem-se de subterfúgios para aprovarem leis que são no interesse do próprio egoísmo, relevando para segundo plano os problemas que vivem essas mesmas crianças.
Deveriam fazer chegar aos nossos deputados este estudo feito e pedir que sejam mais úteis no tempo e nos assuntos que deveriam discutir. Para que os verdadeiros problemas actuais e que assolam a nossa juventude e as nossas crianças pudessem ser tratados e discutidos convenientemente.
Normalmente os nossos deputados começam sempre as casas pelo telhado. Ou então para chamarmos os "bois" pelos nomes, metem a carroça a frente dos bois.
Temos os deputados mais vanguardistas da Europa a discutirem assuntos que para eles são de o que mais dificulta a própria existência da criança, como a adopção ou co-adopção.
Mas enfrentarem os verdadeiros problemas e das dificuldades dos processos de adopção ou até mesmo o dia a dia das dificuldades que todas essas ciranças e as outras enfrentam....não.
É que dá mais nas vistas tratarem assuntos polémicos que fazem sair para o povo a ideia de serem so arautos do vanguardismo. Do que assumirem que os problemas mais prementes actualmente são outras para TODAS as crianças.
E por isso que cada vez mais estamos mais mal representados por esta classe politica.
Este estudo relevado aqui no TVI24 , como já referi, ajudaria muitos deles a meterem a mão na consciência e a discutirem o que é mais premente para essas crianças.
Rosalino
Olá Amigos! Este espaço é destinado a todas as pessoas (casais ou não) que estejam envolvidos directa e indirectamente em processos de adopção de crianças ou simplesmente falar sobre elas. Ainda a quem esteja interessado em contribuir para melhorar o bem estar das crianças em causa. Podem contar um pouco das suas histórias e partilhar as alegrias e dificuldades. Venha ajudar-nos e ser ajudado. Sozinhos estaremos isolados,mas em união estaremos mais confortados. Um abraço a todos.
Acerca de Nós
- Rosalino
- Porto, Gondomar, Portugal
- Duas faces voltadas para um rosto risonho e pequenino. O Sol do nosso dia a dia e a Lua dos nossos sonhos pela Noite.
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segunda-feira, 27 de maio de 2013
sexta-feira, 19 de abril de 2013
O Conto do Escravo
A cada dia que passa cada vez mais vamos-nos sentindo escravos do presente e do tempo em que vivemos. E a pergunta que se impõe é:
Em qual dos 9 estados de escravatura nos encontramos atualmente?
Apôs 30 anos de trabalho que não representam, nem acrescentam nada a esta sociedade.
A única mais valia desses anos foram os impostos que lá entraram e que agora de nada servem. Incrivel como as pessoas conseguem aproveitar-se da situação instável do Pais para usurparem as pessoas nos seus mais elementares direitos.
Não procuro emprego. Procuro trabalho que seja remunerado. Mas... não procuro escravatura.
Rosalino
quinta-feira, 14 de março de 2013
Papa Francisco. Jorge Mario Bergoglio, triplo pioneiro no Vaticano
Nasceu em Buenos Aires, a 17 de dezembro
de 1936, descendente de uma família italiana. O pai, Mario, era empregado nos
caminhos de ferro e a mãe, Regina Sívori, doméstica. Estudou para técnico
químico, mas mudou de rumo em 1958, com 21 anos, optando pelo sacerdócio.
Entrou nesse ano para a Companhia de Jesus, como noviço
Foi ordenado padre em dezembro de 1969,
nomeado bispo auxiliar de Buenos Aires em 1992, arcebispo da capital argentina
em 1997 e cardeal em 2001 A partir de 1986 viajou para a Alemanha, onde
completou o doutoramento, antes de regressar à Argentina, onde se tornou
diretor espiritual e confessor da Companhia de Jesus
Assumiu no passado posições próximas das
classes desfavorecidas, lamentando a sorte das «meninas que deixam as bonecas
para entrar em tugúrios da prostituição, por terem sido roubadas, vendidas e
traídas». Acerca da homossexualidade, já apelou publicamente ao respeito pelo
indivíduo
É um crítico sem reservas do aborto.
«Nunca é uma solução», afirmou por diversas vezes, acrescentando: «não se pode
limitar o valor supremo da vida nem o direito das crianças por nascer». O
combate às drogas (que definiu como «um mercado da morte») e as críticas à
classe política, que acusou por diversas vezes de «vaidade e falta de humildade»,
são outras características do novo Papa. Até há pouco tempo, como mais alto
responsável religioso de Buenos Aires fazia questão de utilizar os transportes
públicos da capital argentina para contactar com a população e ocasionalmente
continuava a ouvir confissões na catedral de Buenos Aires, como um simples
sacerdote.
Eis Jorge Mario Bergoglio,
triplo pioneiro no Vaticano. Novo Papa Francisco
Primeiro sul-americano, primeiro jesuíta, escolheu
também um nome inédito para o seu pontificado
Espero que Deus presente neste humano agora eleito Papa Francisco, lhe dê a capacidade de conseguir trazer aos homens a Fé e a capacidade de se unirem cada vez mais.
Sempre tendo em primeiro lugar a verdadeira Fé que se cristaliza no ser humano e se transforma em entrega ao proximo através da ajuda e Amor.
Cada Papa tem a
sua caminhada na terra, única e muito pessoal. Mas de se fizer durante o seu
pontificado, caminhada na terra á semelhança do que fez João Paulo II, será um
grande Papa e unirá muito mais a Igreja em torno das doutrinas que nos são pedidas
por que Deus.
Que Deus ilumine os seus caminhos e que a Igreja com a sua
orientação chegue cada vez mais perto daqueles que mais precisam. Seja
materialmente ou espiritualmente. Porque o alimento são tanto deve ser dado ao
corpo como á alma. Ficarei muito feliz. E muitos dos que estiveram ontem naquela praça ou através das TVs, deixaram que as lagrimas de felicidade rolassem pelo rosto tamanha era a alegria e a Fé que depositaram no Papa Francisco.
Mas a maior alegria de qualquer é esta:
Habemos Papa
Rosalino
(Biografia tirada site IOL. Foto internet)
(Biografia tirada site IOL. Foto internet)
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Seg. Social pressiona grávidas a abortar. Alguem pode conceber isto?
A noticia parte do Semanario Sol aqui .
Por incrivel que possa parecer, começo a acreditar que os tempos modernos não valorizam a vida.
Desde o fecho das maternidades e as parcas ajudas ao incentivo á natalidade. Que tudo me leva a crer que estamos mesmo numa sociedade egoista, onde valorizamos o nosso ego, em detrimento do valor e vida humana. Seja ela uma criança ou um idoso.
Neste caso o mais frustante é ver que o facto de a lei do aborto já ter ficado para tráz. As incisões e as varias possibilidades que ela agora acarreta são enormes e contraditorias paraa vida.
Eis como temos mais um metodo anticoncecional a ser usado pelos proprios mentores, que devriam ser o garante da estabilidade e condição da vida humana.
Onde anda o humanismo nestes casos?
Estamos perante uma classe de profissionais que em vez de elevar a Vida ao sentido que ela deveria ter, na sublime e misteriosa ação que é trazer uma criança ao mundo?
Será que não somso tão, tão egoistas que conseguimos enveredar pelo facilitismo de matar uma criança em gestação, sóporque não queremos sacrificar um pouco?
E não me venham os falso arautos da verdade dizer que as condições atuais do nosso Pais, não dá segurança a uma Mãe ou pai, para dar ao seu filho as inimas condições para viver.
Porque outrora uma vida era considerada uma alegria inimaginável. E todas as barreiras eram ultrapassadas perante aquele ser pequenino, que embora não tendo pedido para vir a este mundo. Tem o direito de permanecer nele. E se quem o gerou o quer criar e vê-lo crescer. Não são estes falsos moralistas e profissionais que apelam a que se matem essa mesam criança.
Temos de acordar e chamar as coisas pelos nomes.
E ver que a lei do aborto abriu em muitas mentes a possibilidade de levianamente decidir o direito á vida a um ser indefeso.
Repugna-me ver paar onde vai um Portugal destes.
Chamar a uma sociedade que em vez de preservar a vida, enverada por matar em nome do proprio bem estar e egoismo. Só pode ser sinónimo de podridão de pensamentos. Deveriamos encarar estas situações e até as familias numerosas, ajudando com incentivos e melhorias de vida quem so quer criar neste mundo.
Incentivar com ajudas monetarias e condições de vida quemj quer gerar um filho.
Incentivar á natalidade favorecendo as fertelizações e tratamentos.
Incentivar para que filhos com dificiencias sejam tratados pelo estado e por nós, não como um estorvo e sim como uma mais valia.
Mas isso é o que eu penso.
Não como profissionais que tentam fazer com que gravidas abortem por puro egoismo e egocentrismo.
Onde anda a ética? Onde estão os valores da VIDA?
Cada vez mais somos retrogrados numa sociedade que e diz evoluida
Rosalino
PS Comentem e deixem opinião. Porque todos somos obrigados e chamados a sermos defensores da propria VIDA.
Deixo aqui mais um pouco da noticia, desenvolvida no site da TVI24.iol
Para que possam tirar mais conclusões perante opiniões
PS esculpem o testamento e os erros. Mas é o que veio no momento. E não quero nem alterar uma virgula. Pois foi o que senti no momento, com um sentimento de impotência no caminho que levamos.
Por incrivel que possa parecer, começo a acreditar que os tempos modernos não valorizam a vida.
Desde o fecho das maternidades e as parcas ajudas ao incentivo á natalidade. Que tudo me leva a crer que estamos mesmo numa sociedade egoista, onde valorizamos o nosso ego, em detrimento do valor e vida humana. Seja ela uma criança ou um idoso.
Neste caso o mais frustante é ver que o facto de a lei do aborto já ter ficado para tráz. As incisões e as varias possibilidades que ela agora acarreta são enormes e contraditorias paraa vida.
Eis como temos mais um metodo anticoncecional a ser usado pelos proprios mentores, que devriam ser o garante da estabilidade e condição da vida humana.
Onde anda o humanismo nestes casos?
Estamos perante uma classe de profissionais que em vez de elevar a Vida ao sentido que ela deveria ter, na sublime e misteriosa ação que é trazer uma criança ao mundo?
Será que não somso tão, tão egoistas que conseguimos enveredar pelo facilitismo de matar uma criança em gestação, sóporque não queremos sacrificar um pouco?
E não me venham os falso arautos da verdade dizer que as condições atuais do nosso Pais, não dá segurança a uma Mãe ou pai, para dar ao seu filho as inimas condições para viver.
Porque outrora uma vida era considerada uma alegria inimaginável. E todas as barreiras eram ultrapassadas perante aquele ser pequenino, que embora não tendo pedido para vir a este mundo. Tem o direito de permanecer nele. E se quem o gerou o quer criar e vê-lo crescer. Não são estes falsos moralistas e profissionais que apelam a que se matem essa mesam criança.
Temos de acordar e chamar as coisas pelos nomes.
E ver que a lei do aborto abriu em muitas mentes a possibilidade de levianamente decidir o direito á vida a um ser indefeso.
Repugna-me ver paar onde vai um Portugal destes.
Chamar a uma sociedade que em vez de preservar a vida, enverada por matar em nome do proprio bem estar e egoismo. Só pode ser sinónimo de podridão de pensamentos. Deveriamos encarar estas situações e até as familias numerosas, ajudando com incentivos e melhorias de vida quem so quer criar neste mundo.
Incentivar com ajudas monetarias e condições de vida quemj quer gerar um filho.
Incentivar á natalidade favorecendo as fertelizações e tratamentos.
Incentivar para que filhos com dificiencias sejam tratados pelo estado e por nós, não como um estorvo e sim como uma mais valia.
Mas isso é o que eu penso.
Não como profissionais que tentam fazer com que gravidas abortem por puro egoismo e egocentrismo.
Onde anda a ética? Onde estão os valores da VIDA?
Cada vez mais somos retrogrados numa sociedade que e diz evoluida
Rosalino
PS Comentem e deixem opinião. Porque todos somos obrigados e chamados a sermos defensores da propria VIDA.
Deixo aqui mais um pouco da noticia, desenvolvida no site da TVI24.iol
Para que possam tirar mais conclusões perante opiniões
PS esculpem o testamento e os erros. Mas é o que veio no momento. E não quero nem alterar uma virgula. Pois foi o que senti no momento, com um sentimento de impotência no caminho que levamos.
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Aborto convertido em metodo contraceptivo II. RTP Linha da Frente
Por mais que eu queira fugir á questão, porque me incomoda, porque vai em muito ao contrario da opinião de algumas pessoas que vão lendo este blogue, e por isso criar em parte uma animosidade.
Mas quero correr esse risco por um tema que é cada vez mais actualidade e não por bons motivos.
Já tinha escrito sobre este assunto aqui.
A falta de apoio á natalidade e incentivos.
E a aplicação de taxas moderadoras a reincidências para travar a banalização de um assunto que é actual aqui.
Mas apôs ontem na RTP no programa Linha da Frente , não podia deixar mais expresso que de facto a sociedade vive num egoísmo centralizado no bem estar de cada um.
Sendo que ninguém tem o espírito de sacrifício que é exigido a um Pai ou Mãe.
È por isso mais do que actual e reafirmo todas as minhas posições anteriores.
E cada vez mais é preciso chamar á razão uma Lei que precisa urgentemente de reformas.
Uma lei que foi votada e literalmente abandonada.
Os interesses financeiros são mais uma vez primordiais em relação á Vida de uma feto ou de uma criança...
E de facto existem pessoas que vêm de outros Países fazer abortos porque cá são de BORLA.
São imigrantes...
Mas usam os impostos de todos para fazer de IVG um método normalíssimo.
Se não acreditam vejam, a reportagem de principio ao fim...
Triste este Pais o nosso que vive uma selecção como estandarte de orgulho e deixam assuntos coko este esquecidos.
Esquecidos propositadamente...
Rosalino
Mas quero correr esse risco por um tema que é cada vez mais actualidade e não por bons motivos.
Já tinha escrito sobre este assunto aqui.
A falta de apoio á natalidade e incentivos.
E a aplicação de taxas moderadoras a reincidências para travar a banalização de um assunto que é actual aqui.
Mas apôs ontem na RTP no programa Linha da Frente , não podia deixar mais expresso que de facto a sociedade vive num egoísmo centralizado no bem estar de cada um.
Sendo que ninguém tem o espírito de sacrifício que é exigido a um Pai ou Mãe.
È por isso mais do que actual e reafirmo todas as minhas posições anteriores.
E cada vez mais é preciso chamar á razão uma Lei que precisa urgentemente de reformas.
Uma lei que foi votada e literalmente abandonada.
Os interesses financeiros são mais uma vez primordiais em relação á Vida de uma feto ou de uma criança...
E de facto existem pessoas que vêm de outros Países fazer abortos porque cá são de BORLA.
São imigrantes...
Mas usam os impostos de todos para fazer de IVG um método normalíssimo.
Se não acreditam vejam, a reportagem de principio ao fim...
Triste este Pais o nosso que vive uma selecção como estandarte de orgulho e deixam assuntos coko este esquecidos.
Esquecidos propositadamente...
Rosalino
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Resgate. Novo livro de Alexandra Borges
"Filhos do Coração" e "Resgate".
Dois livros que envolvem a luta da ONG (Filhos do Coração", no Gana perante a escravidão q ue são sujeitas.
Até poderia ser um "Gana" de qualquer parte do Mundo e até um "Gana" Português.
A essência da luta que envolveu a jornalista, a orientadora do orfanato, as crianças escravas e o resgatador, está muito para alem deste Pais, e destas crianças.
Pelo trabalho desenvolvido e pelo que ainda falta desenvolver nas mentes de muitos "Ganas", deixamos aqui o apelo á continuação do trabalho da jornalista Alexandra Borges.
E que se aventure nas causas que por cá se vão detectando.
Não só da escravidão em trabalho, como também de uma escravidão que retém muitas crianças, na sua possibilidade de serem felizes num colo ou num lar.
Este nosso cantinho a beira-mar plantado precisa que em nome de muitas crianças institucionalizadas, sejam levantadas muitas questões para as quais ainda faltam muitas respostas.
Não deixe cair o seu jornalismo de investigação nesse campo
E esperamos em breve ver um trabalho a esse nível, ficar ao alcance de todos nós.
Por vezes é preciso despertar mentes.
Como acontece com esta reportagem e com o seu novo livro.
Esperamos depois deste seu lançamento, no jardim botânico da Ajuda, obter o livro "Resgate" para que o possamos devorar.
Força e obrigado pelo seu trabalho e pela vitoria de mais estas 10 crianças a quem foram resgatados sorrisos.
Podem ver parte da reportagem e noticia, aqui no TVI24 .
Bom frutos possa o tempo deixar colher em todos os Paises como num Gana qualquer.
Rosalino
Dois livros que envolvem a luta da ONG (Filhos do Coração", no Gana perante a escravidão q ue são sujeitas.
Até poderia ser um "Gana" de qualquer parte do Mundo e até um "Gana" Português.
A essência da luta que envolveu a jornalista, a orientadora do orfanato, as crianças escravas e o resgatador, está muito para alem deste Pais, e destas crianças.
Pelo trabalho desenvolvido e pelo que ainda falta desenvolver nas mentes de muitos "Ganas", deixamos aqui o apelo á continuação do trabalho da jornalista Alexandra Borges.
E que se aventure nas causas que por cá se vão detectando.
Não só da escravidão em trabalho, como também de uma escravidão que retém muitas crianças, na sua possibilidade de serem felizes num colo ou num lar.
Este nosso cantinho a beira-mar plantado precisa que em nome de muitas crianças institucionalizadas, sejam levantadas muitas questões para as quais ainda faltam muitas respostas.
Não deixe cair o seu jornalismo de investigação nesse campo
E esperamos em breve ver um trabalho a esse nível, ficar ao alcance de todos nós.
Por vezes é preciso despertar mentes.
Como acontece com esta reportagem e com o seu novo livro.
Esperamos depois deste seu lançamento, no jardim botânico da Ajuda, obter o livro "Resgate" para que o possamos devorar.
Força e obrigado pelo seu trabalho e pela vitoria de mais estas 10 crianças a quem foram resgatados sorrisos.
Podem ver parte da reportagem e noticia, aqui no TVI24 .
Bom frutos possa o tempo deixar colher em todos os Paises como num Gana qualquer.
Rosalino
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Taxas moderadoras para IVG. Crianças em risco. Hiperactividade.
Muitos seriam os temas que nestes últimos dias surgiram na imprensa e que gostaria de escrever.
Desde a possibilidade de um debate na assembleia da republica sobre aplicação de taxas moderadoras às Interrupções Voluntárias da Gravidez, proposto pelo CDS-PP.
Assunto que a TSF desenvolveu no seu fórum diário que pode seu ouvido aqui.
Do sobre o qual de facto muitas perguntas pairam no ar. Entre as quais:
Votamos o direito á despenalização da mulher em caso de aborto. Ou votamos o pagamento integral do aborto feito por mulheres em qualquer circunstancia. Mesmo quando algumas já usam o aborto livre como método contraceptivo?
Não seria por direito de equidade o pagamento ser obrigatório, desde que não cumprissem os pressupostos de mal formação do feto ou risco para a mulher?
Haverá realmente a possibilidade de termos mulheres estrangeiras a fazer abortos em Portugal?
E os imposto que pago são para pagarem todos estes tipos de gastos? Aqui
Ou o outro assunto poderia ser o numero de crianças em risco que voltou ( aparentemente) a cair para menos 5300.Um estudo que pode indicar uma melhoria significativa, mas que a meu ver abre o pensamento a uma pergunta:
Com uma maior prevenção mais activa e um acompanhamento mais de perto, não seria bem mais eficaz?
E o estudo refere ao ano transacto.
Num ano de maior dificuldade financeira, maior desemprego e maior aperto no orçamento familiar. Como irá ser?
Que se está a fazer para prevenir um possivel agravamento?
Podem ler ou ouvir aqui na TSF.
Mas o assunto que me deixou mais inquieto e me despertou maior atenção foi: Criança impedida de ir à escola para "segurança de todos" no TVI24.
Desde médicos, direcção da escola, pedopsiquiatra, professora do ensino especial e docentes em geral.
Tudo se uniu para que esta criança que tem um comportamento hiperactivo, ficasse proibida de entrar na escola, até que a medicação fizesse efeito.
Quer dizer mais ou menos isto:
Até que a medicação acalma-se a criança e ela não dê grande trabalho a todos os docentes na escola, esta criança fica privada de normalmente estar a aprender e brincar com os colegas.
Como se a medicação fosse a única via para que tudo se resolvesse.
Então se nunca acertarem com a medicação correcta e a criança não sossegar, nunca ela terá entrada na escola.
Para cumulo os próprios Pais uniram-se para proteger os seus próprios filhos e ficaram em perfeita sintonia com todos os outros intervenientes.
Pena é que a criança esteja a cargo dos Avós e os Pais não possam intervir, como ela merece, em sua defesa em toda esta situação.
È penoso ver que por vezes olhamos para o nosso umbigo e que só nos interessam os nossos.
Mas que se lembrem todos os Pais que uma criança em qualquer altura da sua vida pode tornar-se hiperactiva.
E nessa altura não sei como iriam reagir se isso acontecer ao seu próprio filho.
Isto não é segregação em parte?
Já alguém perguntou até que ponto a medicação para controlar a hiperactividade é prejudicial á criança, em outros aspectos importantes do seu crescimento?
Tem coisas que me revoltam. Esta é uma delas.
Deixem de olhar para o vosso umbigo e tentem olhar em redor.
Por vezes é bom que isso aconteça.
Rosalino
PS Desculpe o testamento e os possíveis erros.
Mas eram tantos os assuntos...
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Maternidades. Gravidas. Casais inferteis. Actualmente estão no rol dos alvos a abater?
(Imagem da Internet)
Maternidade Alfredo da Costa para encerrar.
Gravidas que quando despedidas estiveram para ficarem sem subsidio de maternidade.
Gravidas que podem perder até 24% do vencimento através da anulação dos subsidio de ferias e natal, que contavam para o acumular durante o período de assistência ao seu filho.
Casais inférteis que pagaram taxas moderadoras nos hospitais, e que só agora, alguém com vergonha se lembrou de fazer marcha á ré.
Estas noticias no JN por estes últimos dias, são pura e simplesmente um absurdo.
Tudo isto nos últimos dias.
Quase me faz querer pensar que a Vida actualmente é um assunto para abater.
Restrições e mais restrições, sem olhar a quem nem a modos nem meios.
A Vida está difícil para todos por estes dias.
Mas cortarem a direito sem olhar ao mal que podem fazer, será justo?
Aliás. Com todo este aparato de troikas e baldroikas. Tudo serve para ser cortado.
Até mesmo a VIDA.
Uma pequena pergunta que me assiste: Porque não cortam nos subsídios e nos custos dos tratamentos daqueles que vão fazer abortos VOLUNTARIAMENTE?
Esses estão isentos porque?
Rosalino
PS Não quero sequer pensar que o motivo seja porque, ao contrario da Vida, devemos dar abrigo á Morte.
Maternidade Alfredo da Costa para encerrar.
Gravidas que quando despedidas estiveram para ficarem sem subsidio de maternidade.
Gravidas que podem perder até 24% do vencimento através da anulação dos subsidio de ferias e natal, que contavam para o acumular durante o período de assistência ao seu filho.
Casais inférteis que pagaram taxas moderadoras nos hospitais, e que só agora, alguém com vergonha se lembrou de fazer marcha á ré.
Estas noticias no JN por estes últimos dias, são pura e simplesmente um absurdo.
Tudo isto nos últimos dias.
Quase me faz querer pensar que a Vida actualmente é um assunto para abater.
Restrições e mais restrições, sem olhar a quem nem a modos nem meios.
A Vida está difícil para todos por estes dias.
Mas cortarem a direito sem olhar ao mal que podem fazer, será justo?
Aliás. Com todo este aparato de troikas e baldroikas. Tudo serve para ser cortado.
Até mesmo a VIDA.
Uma pequena pergunta que me assiste: Porque não cortam nos subsídios e nos custos dos tratamentos daqueles que vão fazer abortos VOLUNTARIAMENTE?
Esses estão isentos porque?
Rosalino
PS Não quero sequer pensar que o motivo seja porque, ao contrario da Vida, devemos dar abrigo á Morte.
sexta-feira, 30 de março de 2012
2012 Mais um final de mês e uma reflexão.
Eis mais um fecho de mês e com ele mais um conclusão óbvia: Este ano não está nada facil.
Nunca um inicio de ano me deixou tão sem reacção.
Os anos transactos não têm vindo a ser fáceis. Mas sempre arranjo uma maneira de reagir perante as adversidades e assim lá vou levando o ano mês a mês de vencido.
Mas este ano está a custar a engrenar.
Mais parece e um carro a gasóleo, por mais que sejamos insistentes para ele arrancar, ele de mês para mês custa mais a trabalhar.
E mesmo trabalhando começamos a ver um pouco de fumo pelo escape.
Não sei se é da "idade" do "carro" ou do "gasóleo" que lhe metemos.
Sei que chego ao final de um dia muito mais extenuado, com mais cerca de 20 a 30 quilómetros por dia e com a sensação que o carro continua a rolar em câmara lenta.
Dificil este ano, não?
E logo este sentimento e esta sensação para mim, que me considero optimista por natureza.
Só espero não deixar que isto afecte a minha vida familiar nem os meus.
Já para não falar da vertente profissional.
Rosalino
Nunca um inicio de ano me deixou tão sem reacção.
Os anos transactos não têm vindo a ser fáceis. Mas sempre arranjo uma maneira de reagir perante as adversidades e assim lá vou levando o ano mês a mês de vencido.
Mas este ano está a custar a engrenar.
Mais parece e um carro a gasóleo, por mais que sejamos insistentes para ele arrancar, ele de mês para mês custa mais a trabalhar.
E mesmo trabalhando começamos a ver um pouco de fumo pelo escape.
Não sei se é da "idade" do "carro" ou do "gasóleo" que lhe metemos.
Sei que chego ao final de um dia muito mais extenuado, com mais cerca de 20 a 30 quilómetros por dia e com a sensação que o carro continua a rolar em câmara lenta.
Dificil este ano, não?
E logo este sentimento e esta sensação para mim, que me considero optimista por natureza.
Só espero não deixar que isto afecte a minha vida familiar nem os meus.
Já para não falar da vertente profissional.
Rosalino
quinta-feira, 1 de março de 2012
Recém-nascidos são «não pessoas» e podem ser mortos ( nunca esperei ler isto...)
Não, não e não... mais um artigo que nunca deveria ter sido escrito.
Não queria acreditar quando li esta noticia saída daqui, Journal of Medical Ethics, site directo para a original noticia.
Mas podem ler em transcrita e com opinião do TVI24, que retrata os varios comentarios negativos que estes autores; Francesca Minerva, académica nas Universidades de Melboune e Oxford, e Alberto Giubilini, das universidades de Milão e Monash, em Melbourne receberam.
São daquelas noticias que julgamos nunca vir a ler. Mas que uma sociedade egoísta e que só se lembra do seu próprio umbigo, é capaz de pensar em tais actos.
Conclusão: qualquer dia podemos começar a pensar em matar seres humanos á nascença, desde que eles não sejam bem formados. E quem sabe num futuro destruidor e egocentrista, esse feto nos venha a afectar a nossa prazenteira vidinha.
Quando não esperava ver escritas mais atrocidades... eis que os homens são realmente de má indole e capazes de dizer coisas escabrosas como esta que lemos.
Não me vou alongar porque me revolta discutir absurdos abortivos. Muito mais quando a questão tem a ver com crianças...
Por vezes sinto asco em pertencer a uma sociedade que é capaz de pensar em fazer isto. Muito menos expressar num jornal de eticas medicas...
Rosalino
PS Este p s só tem reticencias...
Não queria acreditar quando li esta noticia saída daqui, Journal of Medical Ethics, site directo para a original noticia.
Mas podem ler em transcrita e com opinião do TVI24, que retrata os varios comentarios negativos que estes autores; Francesca Minerva, académica nas Universidades de Melboune e Oxford, e Alberto Giubilini, das universidades de Milão e Monash, em Melbourne receberam.
São daquelas noticias que julgamos nunca vir a ler. Mas que uma sociedade egoísta e que só se lembra do seu próprio umbigo, é capaz de pensar em tais actos.
Conclusão: qualquer dia podemos começar a pensar em matar seres humanos á nascença, desde que eles não sejam bem formados. E quem sabe num futuro destruidor e egocentrista, esse feto nos venha a afectar a nossa prazenteira vidinha.
Quando não esperava ver escritas mais atrocidades... eis que os homens são realmente de má indole e capazes de dizer coisas escabrosas como esta que lemos.
Não me vou alongar porque me revolta discutir absurdos abortivos. Muito mais quando a questão tem a ver com crianças...
Por vezes sinto asco em pertencer a uma sociedade que é capaz de pensar em fazer isto. Muito menos expressar num jornal de eticas medicas...
Rosalino
PS Este p s só tem reticencias...
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
Liberalização do aborto em Portugal. 4 anos depois. Os estudos e os numeros.
Este estudo é feito pela Federação Portuguesa pela Vida. E os numeros que são revelados, fazem ruir as crenças e as ideias que muitos os defensores do SIM quiseram fazer passar.
Só que depois de analisarmos friamente os numeros, nada de benefico se retira desta lei de 2007. Aliás é deveras assustador ver para onde caminha uma sociedade que defende o egoísmo de um ser, em detrimento de outro ser indefeso.
Só deixo aqui os números e os meus parcos comentários, que eles deixam ver:
- Mais mortes que nascimentos depois da Lei do Aborto ser validada.
- Crescimento brutal dos abortos apôs 2007. 15593 aborto em 2007 e 19591 em 2010.
- Em 2007 ( 6 meses)abortos= 6328. Acumulado até Dezembro 2010 abortos=56239
- Faixa etária onde tem o maior crescimento: 30% menos 15 anos. 7% entre 15 e 19 anos. Onde anda o planeamento familiar? Ou o aborto é efectivamente um modo contraceptivo da actualidade?...
- Abortos por zonas: Lx e vale do Tejo têm 52% do total de abortos. Contrastando com os 20% Norte e 16% Centro. Afinal onde o vencimento per capita é menor o aborto desce? Lá se vai mais uma das razões dos defensores do Sim..
- Estudantes 21% e desempregadas 14%. Onde anda o planeamento familiar mais uma vez?...
- Grau de instrução: Sem instrução 22% menos. 1º ciclo 13% menos. Ens. superior 9% mais. Ens Secundário 7% mais. E pasme-se 3º ciclo 13% mais.
Somos mesmo bem instruídos. Quanto mais instrução mais abortos...
- As mulheres realizam 5 VEZES mais abortos se não tiverem o Pai ao seu lado. Mas no entanto primeiro defendemos o aborto livre. E só depois defendemos o SENTIDO DE FAMÍLIA...
- 40% das mulheres que realizam aborto não tinham nenhum filho. Mas no entanto para quem quer apoio á fertilização ou seguimento para a maternidade ou apoio ás famílias numerosas.. Nada.. Puro Egoísmo?...
- 21% das mulheres que abortaram já tinham feito um ou mais abortos. Pois... O aborto é a pílula do dia seguinte, já em estado avançado.
- O sector privado foi o que mais cresceu e tem vindo a crescer ao nível da realização de abortos. 21%. Claro ... Isto é mais um negocio lucrativo para muita gente.
Apoiar as famílias é que não...
- 60.000 abortos = 100 milhões de custo ao estado.. Mas apoios para outras doenças mais prementes..Não é preciso. Mais vale Matar que fazer nascer. Tem menos custos.
Em tempos de crise a nossa sociedade resolveu um grande problema. Como estamos a enfrentar dificuldades financeiras, nada melhor que reduzir os custos com filhos, enveredando por abortos no puro interesse egoísta da pessoa em si. Mas uma sociedade economicamente desenvolvida, o crescimento não é um factor de possivel desenvolvimento?
Já agora aqui fica o link da Federação Portugues pela Vida , de onde podem estrair o estudos e os números que referi.
Pena é que muitos blogues que populam por esta www fora só publiquem o que lhes interessa. Camuflando quando os estudos e os números contradizem o que defendem.
Lamento se desagrado a algum dos que me seguem. Mas já me conhecem o suficiente para saber o que penso.
Rosalino
PS Desculpem voltar a repetir dentro do mesmo tema. Mas depois de conhecer este estudo e os dados que revelam. Não poderia ficar calado. Sei que não agrado a muita gente com esta minha ideia e com esta minha certeza perante o aborto. Mas este cantinho nasceu para isso mesmo. Para transcrever a minha opinião sobre tudo o que envolva uma criança. Fosse ela o meu filhote. Ou assuntos transversais que lhes tocam profundamente. E o aborto é um deles.
PS 2 Desafio os que por cá passam e estão em desacordo com a minha ideia, a deixarem a opinião no blogue em si. Pois mandarem para o Gmail respostas pouco educadas e com conteúdo, não me vão fazer ver esta questão por outro prisma.
Só que depois de analisarmos friamente os numeros, nada de benefico se retira desta lei de 2007. Aliás é deveras assustador ver para onde caminha uma sociedade que defende o egoísmo de um ser, em detrimento de outro ser indefeso.
Só deixo aqui os números e os meus parcos comentários, que eles deixam ver:
- Mais mortes que nascimentos depois da Lei do Aborto ser validada.
- Crescimento brutal dos abortos apôs 2007. 15593 aborto em 2007 e 19591 em 2010.
- Em 2007 ( 6 meses)abortos= 6328. Acumulado até Dezembro 2010 abortos=56239
- Faixa etária onde tem o maior crescimento: 30% menos 15 anos. 7% entre 15 e 19 anos. Onde anda o planeamento familiar? Ou o aborto é efectivamente um modo contraceptivo da actualidade?...
- Abortos por zonas: Lx e vale do Tejo têm 52% do total de abortos. Contrastando com os 20% Norte e 16% Centro. Afinal onde o vencimento per capita é menor o aborto desce? Lá se vai mais uma das razões dos defensores do Sim..
- Estudantes 21% e desempregadas 14%. Onde anda o planeamento familiar mais uma vez?...
- Grau de instrução: Sem instrução 22% menos. 1º ciclo 13% menos. Ens. superior 9% mais. Ens Secundário 7% mais. E pasme-se 3º ciclo 13% mais.
Somos mesmo bem instruídos. Quanto mais instrução mais abortos...
- As mulheres realizam 5 VEZES mais abortos se não tiverem o Pai ao seu lado. Mas no entanto primeiro defendemos o aborto livre. E só depois defendemos o SENTIDO DE FAMÍLIA...
- 40% das mulheres que realizam aborto não tinham nenhum filho. Mas no entanto para quem quer apoio á fertilização ou seguimento para a maternidade ou apoio ás famílias numerosas.. Nada.. Puro Egoísmo?...
- 21% das mulheres que abortaram já tinham feito um ou mais abortos. Pois... O aborto é a pílula do dia seguinte, já em estado avançado.
- O sector privado foi o que mais cresceu e tem vindo a crescer ao nível da realização de abortos. 21%. Claro ... Isto é mais um negocio lucrativo para muita gente.
Apoiar as famílias é que não...
- 60.000 abortos = 100 milhões de custo ao estado.. Mas apoios para outras doenças mais prementes..Não é preciso. Mais vale Matar que fazer nascer. Tem menos custos.
Em tempos de crise a nossa sociedade resolveu um grande problema. Como estamos a enfrentar dificuldades financeiras, nada melhor que reduzir os custos com filhos, enveredando por abortos no puro interesse egoísta da pessoa em si. Mas uma sociedade economicamente desenvolvida, o crescimento não é um factor de possivel desenvolvimento?
Já agora aqui fica o link da Federação Portugues pela Vida , de onde podem estrair o estudos e os números que referi.
Pena é que muitos blogues que populam por esta www fora só publiquem o que lhes interessa. Camuflando quando os estudos e os números contradizem o que defendem.
Lamento se desagrado a algum dos que me seguem. Mas já me conhecem o suficiente para saber o que penso.
Rosalino
PS Desculpem voltar a repetir dentro do mesmo tema. Mas depois de conhecer este estudo e os dados que revelam. Não poderia ficar calado. Sei que não agrado a muita gente com esta minha ideia e com esta minha certeza perante o aborto. Mas este cantinho nasceu para isso mesmo. Para transcrever a minha opinião sobre tudo o que envolva uma criança. Fosse ela o meu filhote. Ou assuntos transversais que lhes tocam profundamente. E o aborto é um deles.
PS 2 Desafio os que por cá passam e estão em desacordo com a minha ideia, a deixarem a opinião no blogue em si. Pois mandarem para o Gmail respostas pouco educadas e com conteúdo, não me vão fazer ver esta questão por outro prisma.
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Aborto «foi convertido em método contraceptivo». IVG em Hospitais publicos.
( Imagem da Internet)
Poderia ser uma afirmação ou uma pergunta. Mas a realidade prova que as facilidades dadas com a nova lei do aborto, trouxeram uma nova forma encapotada de abortar legalmente, sem a responsabilidade pelos actos anteriores ou posteriores á concepção de um ser indefeso.
Queria acreditar que o desejo dos que votaram Sim nesta lei, era com o interesse exclusivo de que a mulher enveredar pelo caminho que achavam mais correcto, respeitando sempre o ser que tinha debtro de si.
Mas com mais esta constatação aqui referida por D Manuel Clemente, vem reforçar a minha ideia que os abortos saíram dos vãos de escada, one permaneciam escondidos, para se tornarem num processo contraceptivo de escolha imediata e a vista de todos.
As palavras ditas por D Manuel Clemente assentam como uma luva e concordo com elas em pleno. Mas devem incomodar muita gente que esteve do outro lado da barricada e que perdeu simplesmente a razão toda, com os factos que nos aparecem
Não se olhe ao acto em si de gerar um ser ou ás consequências que desse acto advêm.
Porque a mulher agora tem sempre a hipótese de usar o aborto como método de contraceptivo normalíssimo.
Afinal tantas as balelas sobre o direito da defesa do corpo da mulher e das decisões que ela tem de tomar. E constata-se que o mal que muitos pensavam prevaleceu...
O aborto é cada vez mais encarado como uma solução de se livrarem de um ser que pode estragar uma vida. Mas então onde estão os arautos que defendiam que o aborto seria um ULTIMO CASO, uma defesa para as más formações do feto, ou na defesa da própria mulher que poderia ficar em risco nessa gravidez?
O grande problema é que a lei em causa está a gerar a ideia que é possivel qualquer Homem ou Mulher, se desresponsabilizarem dos seus actos. Pois terão do seu lado sempre uma lei á qual poderão recorrer, caso queriam fugir ás responsabilidades que deveriam ter.
Cada um ou uma, com a sua opção.
E com a sua própria consciência.
Eu tenho a minha.
Rosalino
Poderia ser uma afirmação ou uma pergunta. Mas a realidade prova que as facilidades dadas com a nova lei do aborto, trouxeram uma nova forma encapotada de abortar legalmente, sem a responsabilidade pelos actos anteriores ou posteriores á concepção de um ser indefeso.
Queria acreditar que o desejo dos que votaram Sim nesta lei, era com o interesse exclusivo de que a mulher enveredar pelo caminho que achavam mais correcto, respeitando sempre o ser que tinha debtro de si.
Mas com mais esta constatação aqui referida por D Manuel Clemente, vem reforçar a minha ideia que os abortos saíram dos vãos de escada, one permaneciam escondidos, para se tornarem num processo contraceptivo de escolha imediata e a vista de todos.
As palavras ditas por D Manuel Clemente assentam como uma luva e concordo com elas em pleno. Mas devem incomodar muita gente que esteve do outro lado da barricada e que perdeu simplesmente a razão toda, com os factos que nos aparecem
Não se olhe ao acto em si de gerar um ser ou ás consequências que desse acto advêm.
Porque a mulher agora tem sempre a hipótese de usar o aborto como método de contraceptivo normalíssimo.
Afinal tantas as balelas sobre o direito da defesa do corpo da mulher e das decisões que ela tem de tomar. E constata-se que o mal que muitos pensavam prevaleceu...
O aborto é cada vez mais encarado como uma solução de se livrarem de um ser que pode estragar uma vida. Mas então onde estão os arautos que defendiam que o aborto seria um ULTIMO CASO, uma defesa para as más formações do feto, ou na defesa da própria mulher que poderia ficar em risco nessa gravidez?
O grande problema é que a lei em causa está a gerar a ideia que é possivel qualquer Homem ou Mulher, se desresponsabilizarem dos seus actos. Pois terão do seu lado sempre uma lei á qual poderão recorrer, caso queriam fugir ás responsabilidades que deveriam ter.
Cada um ou uma, com a sua opção.
E com a sua própria consciência.
Eu tenho a minha.
Rosalino
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Justiça em Portugal. Por onde andas? DJ abusa de menina e fica livre. Fonte JN. Depois dizem que a justiça é cega.
( Imagem da Internet)
Tinha prometido a mim mesmo que iria começar este mês de Fevereiro com uma boa noticia. Ou com algumas palavras aqui escritas, que nos elevassem o espírito e o ego.
Estes tempos difíceis a iniciar o ano e a necessidade de enfrentar todas as adversidades, aliado ao mês em que eu e a minha cara metade fazemos anos, fizeram-me acreditar que iria inverter um pouco a minha mentalidade que anda um pouco negativa.
Mas nada como o dia nascer e levarmos com uma noticia que nos afunda ainda mais, para que iniciemos o mês com mais um poste de palavras duras.
Ontem tivemos a cerimonia da abertura do ano judicial e verificamos que os juízes e os advogados pensam mais em falar de politica do que rever o estado em que a Ajustiça está...
Discursos inflamados, e a mostrarem p5reocupação em relação as politicas que este ou aquele partido vão implantando, chegando ao ponto de esquecerem que estavam ali para falarem da Justiça e não de politica.
E não é que depois de ler essa pseudo abertura do ano Judicial, passo umas paginas mais á frente e deparo com esta noticia no JN. Um homem com 52 anos, abusou de uma menina de 13 durante 3 meses. Para satisfação dos seus desejos usou e abusou da criança até ser descoberto. Reza na noticia que o homem foi acusado de todos os crimes feitos á criança e ficaram PROVADOS os referidos actos de abuso. Mas não é que os "senhores" juízes acharam por bem dar uma pena suspensa de 4 anos e uma indemnização no valor de 15 mil euros?
O absurdo da questão é que o mote para a sentença ser assim brando e absolver de pena mais dura o réu foi, passe a admiração, a menor estar com quase 14 anos e porque o CRIMINOSO não tinha cadastro...
Em que Pais estamos? Por vezes acho que o estado do Pais está como está, porque temos a Justiça que temos.
Revolta ver pessoas preocupadas com outras coisas que não aquilo para que são destacados. E depois admiram-se que os Portugueses achem que não temos a justiça que deveriamos ter.
Senhores Juízes e advogados: preocupem-se com as leis e as sentenças que usam e abusam para deturpar a justiça. E façam algo para que sentenças como esta não se repitam.
Qualquer dia mais vale ir preso. Porque os criminosos estarão todos cá fora..
Rosalino
PS Desculpem o desabafo. Mas depois de ler uma noticia destas, não conseguia pensar em mais nada para escrever. Grrrr... Raio de Pais que nem á justiça se faz JUSTIÇA. Quanto mais aos criminosos.
Que segurança para os nosso filhos com uma justiça assim? E a Mãe da criança? Não se fala dela porque aceitou a sentença. Ou por algo mais inquietante?
Depois dizem que a justiça é cega. Eu cá acho que está cega porque a querem manter de olhos fechados. Não no sentido que deveria ser...
Tinha prometido a mim mesmo que iria começar este mês de Fevereiro com uma boa noticia. Ou com algumas palavras aqui escritas, que nos elevassem o espírito e o ego.
Estes tempos difíceis a iniciar o ano e a necessidade de enfrentar todas as adversidades, aliado ao mês em que eu e a minha cara metade fazemos anos, fizeram-me acreditar que iria inverter um pouco a minha mentalidade que anda um pouco negativa.
Mas nada como o dia nascer e levarmos com uma noticia que nos afunda ainda mais, para que iniciemos o mês com mais um poste de palavras duras.
Ontem tivemos a cerimonia da abertura do ano judicial e verificamos que os juízes e os advogados pensam mais em falar de politica do que rever o estado em que a Ajustiça está...
Discursos inflamados, e a mostrarem p5reocupação em relação as politicas que este ou aquele partido vão implantando, chegando ao ponto de esquecerem que estavam ali para falarem da Justiça e não de politica.
E não é que depois de ler essa pseudo abertura do ano Judicial, passo umas paginas mais á frente e deparo com esta noticia no JN. Um homem com 52 anos, abusou de uma menina de 13 durante 3 meses. Para satisfação dos seus desejos usou e abusou da criança até ser descoberto. Reza na noticia que o homem foi acusado de todos os crimes feitos á criança e ficaram PROVADOS os referidos actos de abuso. Mas não é que os "senhores" juízes acharam por bem dar uma pena suspensa de 4 anos e uma indemnização no valor de 15 mil euros?
O absurdo da questão é que o mote para a sentença ser assim brando e absolver de pena mais dura o réu foi, passe a admiração, a menor estar com quase 14 anos e porque o CRIMINOSO não tinha cadastro...
Em que Pais estamos? Por vezes acho que o estado do Pais está como está, porque temos a Justiça que temos.
Revolta ver pessoas preocupadas com outras coisas que não aquilo para que são destacados. E depois admiram-se que os Portugueses achem que não temos a justiça que deveriamos ter.
Senhores Juízes e advogados: preocupem-se com as leis e as sentenças que usam e abusam para deturpar a justiça. E façam algo para que sentenças como esta não se repitam.
Qualquer dia mais vale ir preso. Porque os criminosos estarão todos cá fora..
Rosalino
PS Desculpem o desabafo. Mas depois de ler uma noticia destas, não conseguia pensar em mais nada para escrever. Grrrr... Raio de Pais que nem á justiça se faz JUSTIÇA. Quanto mais aos criminosos.
Que segurança para os nosso filhos com uma justiça assim? E a Mãe da criança? Não se fala dela porque aceitou a sentença. Ou por algo mais inquietante?
Depois dizem que a justiça é cega. Eu cá acho que está cega porque a querem manter de olhos fechados. Não no sentido que deveria ser...
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Barrigas de aluguer. Mais uma estupida lei onde os nossos politicos andam com vontade de meterem a carroça á frente dos bois...
Falta de bom senso em quererem usar o ventre de alguém para que depois possa essa criança ser dada a outro casal.Falta de discernimento ao não pensarem na criança em si. Pois assim sendo gerada o que lhe reservará o futuro? Poderá conhecer a Mãe que a gerou? E se alguma deficiência a criança durante a gestação gerar? Quem será a responsabilidade de decidir o que fazer? Á Mãe que está a gerar a criança ou aos futuros Pais que estão para receber essa criança?
Falta de apoio á fertilização e á gravidez medicamente assistida.
Falta de apoio familiar e ás famílias numerosas.
Falta de incentivos á natalidade.
Falta de capacidade para trabalharem no campo da adopção e das leis que a tornam desencorajadora e morosa.
Tratem de assuntos bem mais prementes e vejam o que fazem ás crianças nestas questões. Para os nossos políticos, as crianças ou são u meio para sacar mais votos ou então mercadoria...
E os nosso politicos decidiram meter no parlamento uma Lei para fazer passar este diploma...
Deveriam antes olhar aos pontos que referi e dedicarem o seu tempo a coisas que tenham viabilidade e tragam felicidade ás crianças. Hoje ao ouvir a TSF e o forum: barrigas de aluguer , fiquei sinceramente com a sensação que não sabem que isto não é meramente uma discussão sobre se deve ser possivel ou não. È antes uma questão MORAL, tanto para as Mães como principalmente as CRIANÇAS.
Rosalino
PS E não me venham com a historia que as barrigas de aluguer são simplesmente para darem a felicidade a casais inferteis de poderem ter os seus filhos. Tudo sem qualquer custo. Como querem fazer crer.
Alguém acredita mesmo que isto não será um negocio em que tanto a mulher e a criança serão considerados mercadoria de alto valor?
Senhores políticos: Façam algo de benéfico para o nosso Pais. Até me irrita saber que estes senhores são eleitos pelo povo. Arghhh...
PS2 Filme/resumo da discussão do forum. Espero que tenham ouvido senhores politicos
Obrigado TSF por mais este excelente trabalho.
Falta de apoio á fertilização e á gravidez medicamente assistida.
Falta de apoio familiar e ás famílias numerosas.
Falta de incentivos á natalidade.
Falta de capacidade para trabalharem no campo da adopção e das leis que a tornam desencorajadora e morosa.
Tratem de assuntos bem mais prementes e vejam o que fazem ás crianças nestas questões. Para os nossos políticos, as crianças ou são u meio para sacar mais votos ou então mercadoria...
E os nosso politicos decidiram meter no parlamento uma Lei para fazer passar este diploma...
Deveriam antes olhar aos pontos que referi e dedicarem o seu tempo a coisas que tenham viabilidade e tragam felicidade ás crianças. Hoje ao ouvir a TSF e o forum: barrigas de aluguer , fiquei sinceramente com a sensação que não sabem que isto não é meramente uma discussão sobre se deve ser possivel ou não. È antes uma questão MORAL, tanto para as Mães como principalmente as CRIANÇAS.
Rosalino
PS E não me venham com a historia que as barrigas de aluguer são simplesmente para darem a felicidade a casais inferteis de poderem ter os seus filhos. Tudo sem qualquer custo. Como querem fazer crer.
Alguém acredita mesmo que isto não será um negocio em que tanto a mulher e a criança serão considerados mercadoria de alto valor?
Senhores políticos: Façam algo de benéfico para o nosso Pais. Até me irrita saber que estes senhores são eleitos pelo povo. Arghhh...
PS2 Filme/resumo da discussão do forum. Espero que tenham ouvido senhores politicos
Obrigado TSF por mais este excelente trabalho.
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
Melhoria na punição de crimes de violência escolar», diz PGR. Via TSF
Não podia estar mais em desacordo com esta noticia.
Parecem aquelas noticias que são lançadas para imprensa que se destinam a fazer crer que realmente esta situação está em retrocesso.
Mas depois lemos atentamente a noticia pelo link da TSF e afinal são unicamente estudos que revelam que isso possa estar a acontecer.
Uma suposição ou certeza senhor PGR? É que o texto não me deixa com muitas certezas porque os números que são divulgados, não ajudam a que a preocupação dos Pais acalmem. Os primeiros nove meses de 2011 assistiram à abertura de 107 inquéritos relacionados com violência escolar, numa média de quase 12 por mês, trazem-me ao pensamento que as boas noticias de que as pessoas estão a perder o medo de divulgar estas situações. Não iliba que nos devamos sentir inseguros dentro de estabelecimentos que em parte são antros de violencia. Em vez de espaços onde a educação moral e civica, deveriam ser primordiais nas nossas crianças.
Fazer crer que a perda do medo de divulgar estes casos vai resolver a situação e como esperar que apesar da prevenção e penalização que se fazem aos automobilistas, sejam o mote para que eles não prevariquem mais.
Podem ser um ponto de partida para um começo. Mas não uma batalha ganha.
Principalmente quando lemos no mesmo dia que a violencia que é descrita dentro dos ensinos escolar, é muita vezes desencadeada fora desse recinto, mas a escassos metros dos mesmo. Como aconteceu no caso da rapariga que foi agredida e filmada e exposta no FB através de telemóvel. E chegamos a conclusão que afinal a vitima neste caso que hoje li no JN, se resume a penas suspensas e trabalho comunitário...
Se sou a favor que se tivessem penalizado mais estes adolescentes que agrediram barbaramente a outra colega?
Não... Mas acho que gostaria de me sentir mais seguro quando o meu filhote estivesse na escola. E que não se retirassem ilações de progresso, quando os números referem que existem 12 agressões ou tentativas de agressão mensais.
É que começo a pensar que para o PGR os estabelecimentos de ensino deixaram de ser locais de educação, para virarem locais de CORRECÇÃO...
Rosalino
PS Como será quando chegar o tempo do T entrar para um secundário?
Parecem aquelas noticias que são lançadas para imprensa que se destinam a fazer crer que realmente esta situação está em retrocesso.
Mas depois lemos atentamente a noticia pelo link da TSF e afinal são unicamente estudos que revelam que isso possa estar a acontecer.
Uma suposição ou certeza senhor PGR? É que o texto não me deixa com muitas certezas porque os números que são divulgados, não ajudam a que a preocupação dos Pais acalmem. Os primeiros nove meses de 2011 assistiram à abertura de 107 inquéritos relacionados com violência escolar, numa média de quase 12 por mês, trazem-me ao pensamento que as boas noticias de que as pessoas estão a perder o medo de divulgar estas situações. Não iliba que nos devamos sentir inseguros dentro de estabelecimentos que em parte são antros de violencia. Em vez de espaços onde a educação moral e civica, deveriam ser primordiais nas nossas crianças.
Fazer crer que a perda do medo de divulgar estes casos vai resolver a situação e como esperar que apesar da prevenção e penalização que se fazem aos automobilistas, sejam o mote para que eles não prevariquem mais.
Podem ser um ponto de partida para um começo. Mas não uma batalha ganha.
Principalmente quando lemos no mesmo dia que a violencia que é descrita dentro dos ensinos escolar, é muita vezes desencadeada fora desse recinto, mas a escassos metros dos mesmo. Como aconteceu no caso da rapariga que foi agredida e filmada e exposta no FB através de telemóvel. E chegamos a conclusão que afinal a vitima neste caso que hoje li no JN, se resume a penas suspensas e trabalho comunitário...
Se sou a favor que se tivessem penalizado mais estes adolescentes que agrediram barbaramente a outra colega?
Não... Mas acho que gostaria de me sentir mais seguro quando o meu filhote estivesse na escola. E que não se retirassem ilações de progresso, quando os números referem que existem 12 agressões ou tentativas de agressão mensais.
É que começo a pensar que para o PGR os estabelecimentos de ensino deixaram de ser locais de educação, para virarem locais de CORRECÇÃO...
Rosalino
PS Como será quando chegar o tempo do T entrar para um secundário?
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Segurança Social vai reavaliar programa de apadrinhamento civil. Noticia da TSF
Li hoje está noticia na TSF. E dei comigo a pensar que para alem de desperdiçarem recursos e dinheiro, o Estado faz estudos que começam logo a partida feridos de morte. Ao fim de 10 meses chegam a conclusão que os candidatos são em numero tão pequeno que se traduziu num pleno fracasso? Já era de esperar. Qual é a família de apadrinhamento que consegue ter uma criança ou adolescente, a viver como um filho e sabe que em qualquer altura a família biológica pode retomar as suas ligações?
Acho que muito para além do dinheiro a questão está na defesa e protecção das crianças. 1500 crianças que não podem ser adoptados e estavam dentro deste processo. Não era melhor redefinir parâmetros na questão das actuais leis e das leis da adopção?
Revoguem leis. Ou faças novas. Façam estudos que não se revelem negativos ou infrutíferos. Muito gostava que se lembrassem das crianças como o centro primordial de toda esta questão. E olhassem para elas como um ser que não está limitado por leis ou artigos...
Uma noticia triste num triste dia de chuva...
Rosalino
Acho que muito para além do dinheiro a questão está na defesa e protecção das crianças. 1500 crianças que não podem ser adoptados e estavam dentro deste processo. Não era melhor redefinir parâmetros na questão das actuais leis e das leis da adopção?
Revoguem leis. Ou faças novas. Façam estudos que não se revelem negativos ou infrutíferos. Muito gostava que se lembrassem das crianças como o centro primordial de toda esta questão. E olhassem para elas como um ser que não está limitado por leis ou artigos...
Uma noticia triste num triste dia de chuva...
Rosalino
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Adopção. Estigmas e estratagemas?... Onde fica o espaço da criança e a sua importãncia
Estas palavras surgem apôs o pedido da jornalista Alexandra Borges da TVI, para conseguir ter dados e testemunhos suficientes que lhe fossem úteis, no que diz respeito à adopção singular ou na adopção por homossexuais.
Deixei o pedido no blogue para que fosse possivel através desta grande reportagem analisar todas as situações que envolvem o assunto adopção nas suas mais variáveis situações.
Nada mais queremos do que uma maior e melhor informação chegue a um grande numero de pessoas.
Mas ficou-nos, como se costuma dizer, a pulga atrás da orelha.
As questões levantadas pela jornalista justificam-se e demonstram que tem muita razão para as fazer, porque são muito pertinentes as situações que ela levanta e de uma extrema importância para as crianças que se vêem envolvidas nelas.
Quantas pessoas singulares terão adoptado nessa condição, porque não queriam ou podiam declarar a sua homossexualidade ou união com outrem?
Se isso de facto aconteceu podemos pensar em dois aspectos que condicionaram toda a legalidade dos processos. Isto se de facto aconteceram.
1º Os adoptantes singulares. Que assim se declararam porque se torna mais fácil o processo na adopção. Sonegando à instituição e assistentes que viviam em união com alguém. Fazer crer que a situação é uma e depois se constatar que não...só tem um nome....
2º Os adoptantes que negaram informações quanto à sua sexualidade, com o intuito de terem o processo de adopção a seu favor.
E esses fizeram-no por conveniência. Porque ficaram com receio de que o processo negado. Não lhes tendo sido questionado a possivel união que teriam com outra pessoas como casal ou as implicações que poderiam ter no futuro na criança. Quer no meio em que ela vai viver( social/ escolar / amizade / familiar).
São questões que num caso ou noutro, são precedidos de ilegalidades nas informações prestadas.
E como o interesse primordial aqui é a felicidade de uma criança que está em causa.
O que poderá acontecer a uma criança que é adoptada por alguém que usou destes subterfúgios para obter ilegalmente uma adopção.
Posso partir do pressuposto que em principio a criança vai para um meio que não foi o realmente declarado. E não se pode acusar assistentes sociais de negligencia, porque não à maneira de detectar uma infracção destas.
Espero que não sejam muitos estes tipo de processos e que essas crianças se sintam felizes no meio que integraram.
Mas certamente não é com estes subterfúgios que se tornam processos de adopção legais.
Depois culpem a segurança social e os seus trabalhadores...
Agora e apôs uns dias a meditar sobre a grande reportagem que Alexandra Borges quer fazer, entendo muito bem o seu ponto de vista.
E não me alegra nada pensar no que terá já acontecido em muitos processos.
Força Alexandra Borges. Esperemos que apesar de todas as contrariedades essa grande reportagem possa sair.
Pois todos nós merecemos.
E as crianças muito mais
Rosalino
PS Não se trata de qualquer descriminação ou opinião quanto a quem vai adoptar ou quem deve adoptar.... O problema é constatar factos que decerto ocorreram e estão feridos na sua legalidade.
Quantos de nós temos conhecimento ou pelo menos sabemos que isso aconteceu?
Pena é que não apareçam pessoas com coragem para apontarem casos ou seres exemplos para um maior esclarecimento.
Para todos os envolvidos num processo de adopção, era um esclarecimento em forma de informação, que ajudaria a clarificar muitas coisas.
Afinal não é a Felicidade da criança e o seu bem estar que está em causa?
Deixei o pedido no blogue para que fosse possivel através desta grande reportagem analisar todas as situações que envolvem o assunto adopção nas suas mais variáveis situações.
Nada mais queremos do que uma maior e melhor informação chegue a um grande numero de pessoas.
Mas ficou-nos, como se costuma dizer, a pulga atrás da orelha.
As questões levantadas pela jornalista justificam-se e demonstram que tem muita razão para as fazer, porque são muito pertinentes as situações que ela levanta e de uma extrema importância para as crianças que se vêem envolvidas nelas.
Quantas pessoas singulares terão adoptado nessa condição, porque não queriam ou podiam declarar a sua homossexualidade ou união com outrem?
Se isso de facto aconteceu podemos pensar em dois aspectos que condicionaram toda a legalidade dos processos. Isto se de facto aconteceram.
1º Os adoptantes singulares. Que assim se declararam porque se torna mais fácil o processo na adopção. Sonegando à instituição e assistentes que viviam em união com alguém. Fazer crer que a situação é uma e depois se constatar que não...só tem um nome....
2º Os adoptantes que negaram informações quanto à sua sexualidade, com o intuito de terem o processo de adopção a seu favor.
E esses fizeram-no por conveniência. Porque ficaram com receio de que o processo negado. Não lhes tendo sido questionado a possivel união que teriam com outra pessoas como casal ou as implicações que poderiam ter no futuro na criança. Quer no meio em que ela vai viver( social/ escolar / amizade / familiar).
São questões que num caso ou noutro, são precedidos de ilegalidades nas informações prestadas.
E como o interesse primordial aqui é a felicidade de uma criança que está em causa.
O que poderá acontecer a uma criança que é adoptada por alguém que usou destes subterfúgios para obter ilegalmente uma adopção.
Posso partir do pressuposto que em principio a criança vai para um meio que não foi o realmente declarado. E não se pode acusar assistentes sociais de negligencia, porque não à maneira de detectar uma infracção destas.
Espero que não sejam muitos estes tipo de processos e que essas crianças se sintam felizes no meio que integraram.
Mas certamente não é com estes subterfúgios que se tornam processos de adopção legais.
Depois culpem a segurança social e os seus trabalhadores...
Agora e apôs uns dias a meditar sobre a grande reportagem que Alexandra Borges quer fazer, entendo muito bem o seu ponto de vista.
E não me alegra nada pensar no que terá já acontecido em muitos processos.
Força Alexandra Borges. Esperemos que apesar de todas as contrariedades essa grande reportagem possa sair.
Pois todos nós merecemos.
E as crianças muito mais
Rosalino
PS Não se trata de qualquer descriminação ou opinião quanto a quem vai adoptar ou quem deve adoptar.... O problema é constatar factos que decerto ocorreram e estão feridos na sua legalidade.
Quantos de nós temos conhecimento ou pelo menos sabemos que isso aconteceu?
Pena é que não apareçam pessoas com coragem para apontarem casos ou seres exemplos para um maior esclarecimento.
Para todos os envolvidos num processo de adopção, era um esclarecimento em forma de informação, que ajudaria a clarificar muitas coisas.
Afinal não é a Felicidade da criança e o seu bem estar que está em causa?
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
O aborto gratuito é ofensivo?
Estas palavras estão no Blogue do Algarve pela Vida e podem ler aqui.
E estão apresentadas sem o ponto de interrogação, pois é um artigo escrito no jornal Expresso por Henrique Raposo, no qual transcreve a opinião de José Manuel Silva, bastonário da ordem dos médicos.
Todo a propósito da actual situação da legalidade, ilegal, do aborto em si e das suas prioridades em relação a assistência aos utentes de saúde, noutros campos de actuação.
Dependendo da opinião de cada um, este medico faz uma analise muito directa e perspicaz do serviço gratuito que se dá ao aborto, em detrimento de muitas situações que pesam muito mais na saúde de cada um de nós.
Para que não fiquem duvidas e porque já muitos sabem a minha opinião. Revejo-me em praticamente todo o texto e concordo plenamente.
No final de ler fico com a sensação que a sociedade realmente vai enveredando pela vontade de ser livre em detrimento das responsabilidades.
E por isso cada um de nós contribuintes pagamos do nosso bolso impostos para situações com as quais não estamos de acordo.
Deixo como sempre ao vosso critério e à vossa capacidade de opinar. Mas não poderia deixar de deixar estas palavras tão certeiras deste médico.
Rosalino
E estão apresentadas sem o ponto de interrogação, pois é um artigo escrito no jornal Expresso por Henrique Raposo, no qual transcreve a opinião de José Manuel Silva, bastonário da ordem dos médicos.
Todo a propósito da actual situação da legalidade, ilegal, do aborto em si e das suas prioridades em relação a assistência aos utentes de saúde, noutros campos de actuação.
Dependendo da opinião de cada um, este medico faz uma analise muito directa e perspicaz do serviço gratuito que se dá ao aborto, em detrimento de muitas situações que pesam muito mais na saúde de cada um de nós.
Para que não fiquem duvidas e porque já muitos sabem a minha opinião. Revejo-me em praticamente todo o texto e concordo plenamente.
No final de ler fico com a sensação que a sociedade realmente vai enveredando pela vontade de ser livre em detrimento das responsabilidades.
E por isso cada um de nós contribuintes pagamos do nosso bolso impostos para situações com as quais não estamos de acordo.
Deixo como sempre ao vosso critério e à vossa capacidade de opinar. Mas não poderia deixar de deixar estas palavras tão certeiras deste médico.
Rosalino
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Adopção em 2010
Li á uns dias atrás no blogue da Plataforma Algarve pela vida , o desenvolvimento relativo ao ano de 2010.
E nada me surpreendeu. Pois tudo o que lá se relata tem muito de verdade.
E revi-me nesse processo e na teia de aranha que o envolve.
Bom saber que actualmente a informação que chega aos possíveis adoptantes é muito maior quantidade e melhor e mais esclarecedora.
Pois através das formações e esclarecimentos. muitos ficam a saber a realidade de todo um processo de adopção.
Não é fácil resistir e persistir perante muitas adversidades. Mas os proponentes a adoptantes quando são confrontados coma realidade e mesmo assim continuam em frente, ficam cientes que o tempo de espera é grande e a possibilidade de escolherem crianças não cabe num real processo de adopção.
Por lá passamos e ficamos durante 4 anos nada fáceis á espera do nosso T.
Mas gostaríamos de ter tido a possibilidade de ter uma maior informação.
Aqui fica este pequeno texto do blogue que merece ser lido por quem pensa adoptar.
Acreditem. Pois muitos dos que apôs a primeira entrevista e postos perante todo o processo, continuam a acreditar que podem dar muito Amor a uma criança, que dele está á espera.
Um obrigado P. Algarve pela Vida. Pois muito tem contribuído para esclarecer e ajudar.
Rosalino
E nada me surpreendeu. Pois tudo o que lá se relata tem muito de verdade.
E revi-me nesse processo e na teia de aranha que o envolve.
Bom saber que actualmente a informação que chega aos possíveis adoptantes é muito maior quantidade e melhor e mais esclarecedora.
Pois através das formações e esclarecimentos. muitos ficam a saber a realidade de todo um processo de adopção.
Não é fácil resistir e persistir perante muitas adversidades. Mas os proponentes a adoptantes quando são confrontados coma realidade e mesmo assim continuam em frente, ficam cientes que o tempo de espera é grande e a possibilidade de escolherem crianças não cabe num real processo de adopção.
Por lá passamos e ficamos durante 4 anos nada fáceis á espera do nosso T.
Mas gostaríamos de ter tido a possibilidade de ter uma maior informação.
Aqui fica este pequeno texto do blogue que merece ser lido por quem pensa adoptar.
Acreditem. Pois muitos dos que apôs a primeira entrevista e postos perante todo o processo, continuam a acreditar que podem dar muito Amor a uma criança, que dele está á espera.
Um obrigado P. Algarve pela Vida. Pois muito tem contribuído para esclarecer e ajudar.
Rosalino
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Aborto. Estatisticas e dados que não gostariamos de ver
Cada vez que leio mais sobre o Aborto e as consequencias apôs legalização, fico com mais certeza do que eu achava que iria acontecer.
E com o passar de um ano para outro, infelizmente esses dados só vêm confirmar as minhas supeitas.
O Sim ao aborto serviu muitas coisas e veio servir muita gente. Mas o que todos os dados apontam é que veio prejudicar essencialmente a vida humana. Isso os dados e estatisticas não deixam mentir.
Hoje li aqui. Um texto que mais uma vez vem de encontro ao que referi.
Desse textos copio dois trechos que mais realçam isso:
"Eram já conhecidos indicadores preocupantes no que se refere ao aborto após a aprovação da lei, mas ficámos agora a saber, pela voz do presidente do Conselho Nacional de Ética, que os resultados vão no sentido oposto do que foi propagado pelos que promoveram a liberalização e viabilizaram a lei: 50% das mulheres que fazem aborto faltam à consulta de planeamento familiar obrigatória 15 dias depois; há mulheres que fazem, no Serviço Nacional de Saúde, dois ou três abortos por ano; o número de abortos aumentou de 12 mil para 18 mil em 2008 e para 19 mil em 2009.
São os riscos de legislar num clima de contenda ideológica sobre questões que têm a ver com a vida e a morte, com o respeito e a dignidade, com a responsabilidade individual e colectiva, com princípios básicos de civilização. Este núcleo duro foi e é o âmago da questão e não devia ser varrido por argumentários que parecem ignorar o essencial da condição humana e o valor das vítimas, de todas as vítimas do aborto."
Mas em si todo o texto é expressivo e merece ser lido e repassado á vitoria do Sim.
Por mim continuaria a ser Não
Pois nada é mais importante que o valor de uma vida humana. Seja ela grande ou pequena. Ou em que fase de gestação esteja...
Rosalino
E com o passar de um ano para outro, infelizmente esses dados só vêm confirmar as minhas supeitas.
O Sim ao aborto serviu muitas coisas e veio servir muita gente. Mas o que todos os dados apontam é que veio prejudicar essencialmente a vida humana. Isso os dados e estatisticas não deixam mentir.
Hoje li aqui. Um texto que mais uma vez vem de encontro ao que referi.
Desse textos copio dois trechos que mais realçam isso:
"Eram já conhecidos indicadores preocupantes no que se refere ao aborto após a aprovação da lei, mas ficámos agora a saber, pela voz do presidente do Conselho Nacional de Ética, que os resultados vão no sentido oposto do que foi propagado pelos que promoveram a liberalização e viabilizaram a lei: 50% das mulheres que fazem aborto faltam à consulta de planeamento familiar obrigatória 15 dias depois; há mulheres que fazem, no Serviço Nacional de Saúde, dois ou três abortos por ano; o número de abortos aumentou de 12 mil para 18 mil em 2008 e para 19 mil em 2009.
São os riscos de legislar num clima de contenda ideológica sobre questões que têm a ver com a vida e a morte, com o respeito e a dignidade, com a responsabilidade individual e colectiva, com princípios básicos de civilização. Este núcleo duro foi e é o âmago da questão e não devia ser varrido por argumentários que parecem ignorar o essencial da condição humana e o valor das vítimas, de todas as vítimas do aborto."
Mas em si todo o texto é expressivo e merece ser lido e repassado á vitoria do Sim.
Por mim continuaria a ser Não
Pois nada é mais importante que o valor de uma vida humana. Seja ela grande ou pequena. Ou em que fase de gestação esteja...
Rosalino
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